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0 commentsegunda-feira, 11 de agosto de 2014



O ator e comediante norte-americano Robin Williams foi encontrado morto nesta segunda-feira (11), aos 63 anos. A notícia, segundo a agência de notícias Reuters, foi dada pela polícia do condado de Marin, na Califórnia, Estados Unidos.





Os investigadores apuran se o astro de Hollywood teria cometido suicídio.





Na última semana, boatos já circulavam na internet sobre a morte do ator, mas a notícia acabou sendo desmentida.





r7.com

0 commentterça-feira, 22 de julho de 2014








Portal do Holanda


0 commentquinta-feira, 17 de julho de 2014



Na última terça-feira dois casais foram flagrados fazendo sexo fora da boate El Divino Belfast, na cidade de Belfast, na Irlanda do Norte. As imagens chocaram muitas pessoas da região, segundo o jornal Daily Mirror.





As cenas foram colocadas na internet e tiveram grande repercussão nas redes sociais. 





A polícia norte-irlandesa informou que não recebeu nenhum boletim de ocorrência sobre este caso e que, portanto, não está realizando uma investigação.





Os casais foram vistos por várias pessoas Foto: Daily Mirror / Reprodução


0 commentterça-feira, 15 de julho de 2014



Banhistas correm em busca de abrigo durante chuva de granizo, neste sábado (12), no rio Ob, em Novosibirsk, na Rússia. A imagem feita por um telefone celular foi divulgada nesta segunda-feira (14). De acordo com o Siberian Times, algumas das pedras de granizo eram do tamanho de bolas de golfe. Em um comunicado, o Comitê Investigativo do governo revelou que duas meninas, uma de três e outra de quatro anos, morreram depois de sofrerem graves lesões cerebrais. Elas estavam debaixo de uma árvore que caiu com a força do vento





noticias.uol.com.br


0 commentquinta-feira, 5 de junho de 2014



A Corte de Apelação de Bolonha, na Itália, julgará nesta quinta-feira (5) o pedido de extradição do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão do PT.





No ano passado, depois de condenado a 12 anos e 7 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Pizzolato fugiu para Itália e foi preso no dia 5 de fevereiro por uso de documento falso.





Desde a prisão pela polícia italiana, o Brasil pediu a extradição ao governo italiano, para que o ex-diretor do BB cumpra pena no país pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro.





Dois procuradores regionais estão na Itália para acompanhar a sessão do tribunal, além de representantes do Ministério da Justiça e da Advocacia Geral da União (AGU). Um advogado contratado pelo Brasil acompanhará o processo.





Pizzolato poderá recorrer da decisão que vier a ser tomada pelo tribunal. No julgamento, a Corte de Bolonha pode optar por pedir mais informações sobre o caso do ex-diretor do Banco do Brasil antes de tomar uma decisão.





A defesa do ex-diretor do BB argumentou à Justiça italiana que o Brasil não tem presídios em condições de garantir o respeito aos direitos humanos.





O presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, informou às autoridades italianas que, caso ele seja extraditado, cumprirá pena no presídio da Papuda, nos arredores de Brasília.





O Ministério Público da Itália já se manifestou a favor da extradição, mas a decisão final será do Tribunal de Bolonha, responsável pela análise do pedido de extradição.





O caso de Pizzolato é polêmico porque ele tem dupla cidadania (brasileira e italiana) e, por isso, o governo italiano pode se recusar a extraditá-lo.





g1.com

0 commentsegunda-feira, 21 de abril de 2014



Um adolescente de 16 anos sobreviveu a uma viagem de San José, na Califórnia, para Maui, no Havaí, na cavidade da roda do trem de pouso de um Boeing 767, informaram a Hawaiian Airlines e o FBI neste domingo (21).

O garoto saiu ileso do voo de 5 horas pelo Oceano Pacífico, resistindo às temperaturas que chegaram a 62 ºC abaixo de zero (ou a menos 80 graus Fahrenheit), em uma altitutde de aproximadamente 11 mil metros (38 mil pés) e ar rarefeito.

Quando as temperaturas no compartimento ficaram muito baixas, o jovem rapidamente perdeu a consciência, disse o agente especial do FBI Tom Simon à agência Reuters. "É um aparente milagre. Não houve aparentemente o uso de qualquer equipamento especial de qualquer espécie ", acrescentou Simon

De acordo com a BBC, desde o início dos registros desse tipo de caso na aviação internacional, em 1947, 96 passageiros clandestinos teriam tentado embarcar em 85 voos. Destes, 73 teriam morrido e apenas 23 sobrevivido.

Cerca de uma hora depois que o avião pousou na manhã de domingo, o menino recuperou a consciência e saiu para a pista no aeroporto, onde foi visto pela equipe de terra. "Nossa principal preocupação agora é com o bem-estar do menino, que é excepcionalmente sortudo por ter sobrevivido", disse a companhia aérea.

O porta-voz do FBI ainda disse à AP que o jovem foi interrogado depois de descoberto na pista do aeroporto sem identificação.


Simon revelou que câmeras de segurança ao aeroporto de San José flagraram o menino pulando a cerca para chegar ao voo 45 da Hawaiian Airlines. O garoto teria fugido de sua casa em Santa Clara, na Califórnia.

O jovem será encaminhado aos serviços de proteção à criança, informou o FBI.


 

Do G1, em São Paulo
0 commentterça-feira, 25 de março de 2014

A informação de que o avião da Malaysia Airlines caiu no Oceano Índico e não deixou sobreviventes revoltou os familiares dos passageiros desaparecidos. Parentes das pessoas que estavam a bordo do voo MH-370 realizaram uma marcha para protestar em frente ao prédio da Embaixada da Malásia em Pequim, na China, nesta terça-feira (25).





Os manifestantes tentaram furar um bloqueio erguido pela polícia local, provocando tumulto. O grupo exige mais explicações da tragédia anunciada, na segunda-feira (24), pelo governo malaio. Mais de 150 passageiros a bordo do avião desaparecido eram chineses.





Não há informações se houve confrontos ou se o protesto deixou feridos.




A China cobra da Malásia dados de satélite sobre avião desaparecido. O vice-ministro das Relações Exteriores da China, Xie Hangsheng, disse ao embaixador da Malásia em Pequim que pediu para que a Malásia entregasse todos os dados significativos de satélites a respeito do voo MH-370, que sumiu no dia 8 de março. Nesta segunda, o primeiro-ministro malaio, Najib Razak, confirmou que o Boeing 777-200 que fazia o trajeto Kuala Lumpur-Pequim caiu no Oceano Índico.





A informação foi obtida com base em uma nova análise de dados de um satélite da Grã-Bretanha. Os dados apontaram que a última localização do avião, com 239 pessoas a bordo, foi obtida no sul do Índico, a oeste de Perth, na Austrália. Segundo o premiê, não há sobreviventes.





Até agora, porém, os destroços da aeronave ainda não foram avistados nem localizados.





"Esta é uma localização remota, longe de quaisquer possíveis locais de pouso", disse Najib. "Assim, é com profunda tristeza e lamento que devo informá-los que, de acordo com estes novos dados, o voo MH-370 terminou no sul do Oceano Índico."





Najib acrescentou que as famílias de passageiros e tripulantes foram informados dos desdobramentos.




Arte / G1





Seus comentários aconteceram num momento em que um navio australiano estava perto de encontrar possíveis destroços de um avião após uma série crescente de visualizações de objetos flutuando que se acredita serem parte do avião.





Os objetos, descritos como "circulares e cinzas ou verdes" e "retangulares laranjas", foram vistos na tarde de segunda-feira no horário local, disse o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, acrescentando que três aviões também estão a caminho da área.





O voo MH-370 desapareceu dos radares civis menos de uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur rumo a Pequim em 8 de março. Desde então não houve nenhuma visualização confirmada da aeronave e não há pistas sobre o que deu errado.





A atenção e os recursos na busca pelo Boeing 777 mudaram para um trecho cada vez mais estreito do mar revolto do sul do Oceano Índico, milhares de quilômetros distante da rota original do voo.





No início desta segunda, a "Xinhua", agência de notícias estatal da China, disse que uma aeronave chinesa Ilyushin IL-76 avistou dois objetos "relativamente grandes" flutuando, e vários outros menores dispersos por vários quilômetros.





Em mais um sinal de que a busca está dando resultados, a Marinha dos Estados Unidos está enviando seu detector de caixas-pretas de alta tecnologia para a área.





As caixas-pretas - o gravador de voz e de dados de voo da cabine - gravam o que acontece a bordo dos aviões em voo. Nos locais de acidentes, encontrar as caixas-pretas logo é crucial porque o localizador emite sinais durante 30 dias.





"Se forem encontrados destroços, responderemos o mais rápido possível, já que a vida da bateria da caixa-preta é limitada", disse o comandante Chris Budde, chefe de Operações da Sétima Frota dos EUA, em um comunicado por e-mail.





Investigadores acreditam que alguém a bordo do voo desligou os sistemas de comunicação do avião. Um rastreamento parcial de um radar militar mostrou que a aeronave virou para o oeste e cruzou novamente a Península Malaia, aparentemente sob controle de um piloto habilidoso.





Isso os levou a cogitar sequestro ou sabotagem, mas os investigadores não descartaram problemas técnicos. Pulsos eletrônicos tênues detectados por um satélite comercial indicam que o avião voou durante cerca de seis horas ou mais, mas não foi possível fazer mais do que localizar seu último sinal em um ou dois vastos arcos de busca ao norte e ao sul.





G1.COM



0 commentterça-feira, 11 de março de 2014



A China anunciou que vai usar 10 satélites para ajudar nas buscas pelo avião da Malaysia Airlines que desapareceu no Mar do Sul da China no último sábado (8), com 239 a bordo, informam as agências internacionais de notícias France Presse e Reuters nesta terça-feira (11).





Os satélites vão usar recursos de imagem de alta resolução da Terra e outras tecnologias para ajudar nas operações de resgate. Os equipamentos são controlados a partir do Centro de Xian, no norte do país.




Editoria de Arte / G1)





Os satélites serão utilizados para coordenar dados de navegação, observação meteorológica, comunicações e outros aspectos das tarefas de busca e resgate, revela o jornal do Exército de Libertação Popular (ELP).





Uma frota internacional com 40 navios e 24 aviões participa das operações de busca, que cobrem uma superfície de 500 mil milhas náuticas quadradas (1,71 milhões de quilômetros quadrados), mas que, até o momento, não deram resultados.





Quase dois terços das 239 pessoas desaparecidas no voo MH370 da Malaysia Airlines têm cidadania chinesa e caso a perda da aeronave seja confirmada, será o segundo maior desastre aéreo da história para a China.





Mistério


Mais uma informação no caso do desaparecimento de um avião comercial da Malásia faz do caso "um mistério sem precedentes" - como definiu o chefe da aviação civil do país nesta segunda-feira (10). Segundo jornais chineses e o inglês "Daily Mirror", alguns parentes de passageiros do voo MH370, na rota Kuala Lumpur-Pequim, tentaram ligar para os telefones celulares de seus familiares e conseguiram completar a chamada, que cai em seguida.





O diretor da Autoridade de Aviação Civil da Malásia, Azharuddin Abdul Rahman, disse que não está descartada uma tentativa de sequestro, uma entre várias teorias que estão sendo consideradas pelos investigadores para explicar o sumiço do Boeing 777-2090ER da companhia Malaysia Airlines.





"Infelizmente, não encontramos nada que pareça ser um objeto da aeronave, e muito menos a aeronave propriamente dita", disse ele em entrevista coletiva.





Dezenas de aviões e barcos de dez países vasculham o mar entre a Malásia e o sul do Vietnã. A expectativa chegou a crescer quando o Vietnã mobilizou helicópteros para investigar um objeto amarelo flutuante -- que era, na verdade, apenas "a tampa coberta de musgo de um rolo de cabos", segundo comunicado no site da Autoridade de Aviação Civil vietnamita.





Há especulações sobre falhas de segurança e sobre a possibilidade de um atentado. No domingo (9), a Interpol confirmou que pelo menos dois passageiros usaram passaportes furtados para embarcar. Segundo o jornal New York Times, a polícia da cidade de Pattaya, de onde os bilhetes foram emitidos, disse que a compra não foi feita pelos passageiros, mas por um iraniano identificado apenas como Ali.





Não houve pedido de socorro do avião, o que leva especialistas a cogitarem uma catastrófica falha repentina ou uma explosão. Mas o chefe da Força Aérea da Malásia disse que o monitoramento por radar mostra que o avião pode ter recuado da sua rota antes de desaparecer.





Uma fonte graduada envolvida nas investigações preliminares na Malásia disse que a dificuldade em encontrar destroços pode indicar que o avião se despedaçou em pleno voo, o que espalhou as peças por uma área muito grande do mar.





Do G1, em São Paulo


0 commentsegunda-feira, 10 de março de 2014



O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, foi eleito por unanimidade ao cargo de deputado na Assembleia Popular Suprema (o parlamento) do país nas eleições legislativas realizadas no domingo, informou nesta segunda-feira (10) a agência estatal "KCNA".





"Todos os eleitores da circunscrição participaram da votação e 100% votaram a favor de Kim Jong-un", divulgou a "KCNA".




O líder se candidatou pelo distrito eleitoral 110 do monte Paektu, no norte do país, próximo a fronteira com a China, e considerado pelo regime um "lugar sagrado" onde supostamente nasceu seu pai, o ditador Kim Jong-il, morto em dezembro de 2011.





A eleição de Kim foi "uma expressão do apoio absoluto do pessoal de serviço e do povo" a Kim Jong-un, segundo a agência KCNA, que insistiu na ideia de "unidade monolítica" em torno do líder promulgada pelo regime nas últimas semanas.





Estas foram as primeiras eleições legislativas norte-coreanas, que acontecem a cada cinco anos, desde que o jovem dirigente chegou ao poder após a morte de seu pai.





Sua designação era completamente esperada, já que Kim Jong-il foi igualmente eleito deputado por unanimidade na eleição anterior em março de 2009.





A Assembleia Popular Suprema, presidida pelo veterano Kim Yong-nam, tem 687 cadeiras.





No sistema de eleições do Estado comunista só é possível votar em um candidato para cada uma das 687 circunscrições.





Embora em teoria o voto seja secreto isto não se costuma ser a prática, segundo testemunhos de refugiados, e habitualmente os candidatos são escolhidos por unanimidade pelo temor dos eleitores de sofrer represálias das autoridades se não votarem no nome escrito na cédula.





Faltando mais dados, os observadores externos permanecem atentos a quantos membros da assembleia são substituídos por novos deputados de sua confiança, depois de Kim executar em em dezembro seu próprio tio, considerado o número dois do regime, Jang Song-Thaek, acusado de traição.





A Assembleia Popular Suprema, principal órgão legislativo do país, tem como função, na prática, referendar as decisões tomadas pela cúpula do Partido, sob a suprema liderança de Kim Jong-un.





g1.com



0 commentsábado, 1 de março de 2014



O primeiro-ministro do governo provisório da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, pediu neste sábado (1º) que a Rússia retire suas tropas do território da Crimeia, pois seu deslocamento viola os acordos bilaterais.





Yatseniuk fez essa solicitação durante uma reunião do governo realizada neste sábado. A imprensa ucraniana informou que militares armados com metralhadoras utilizadas habitualmente pelo Exército russo tomaram posições junto ao Parlamento da Crimeia em Simferopol, a capital da república autônoma.





Segundo as agências internacionais de notícias, homens armados assumiram o controle de dois aeroportos na região da Crimeia nesta sexta-feira (28), uma situação que os novos líderes da Ucrânia descreveram como uma invasão por parte de forças russas. Ao mesmo tempo, o presidente deposto Viktor Yanukovich reapareceu na Rússia depois de uma semana foragido.





Ainda nesta sexta, pelo menos 20 homens vestindo o uniforme da frota russa do Mar Negro e armados com rifles cercaram um posto de fronteira da Ucrânia, perto da cidade portuária de Sebastopol, na região ucraniana da Crimeia.





De acordo com a Reuters, um representante da Turchinov na Crimeia disse que 13 aeronaves russas desembarcaram na península do Mar Negro com 150 pessoas a bordo cada uma. Mais de 10 helicópteros militares russos sobrevoaram a Crimeia e militares russos bloquearam uma unidade da guarda de fronteira ucraniana na cidade portuária de Sevastopol, disse o guarda.





Obama





O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um discurso sobre a crise na Ucrânia nesta sexta-feira (28), e disse que os Estados Unidos estão muito "incomodados" com a ação militar russa na região.





"Qualquer violação na soberania da Ucrânia será profundamente desestabilizadora", disse Obama. "Os EUA vão estar ao lado da comunidade internacional afirmando que haverá custos para qualquer intervenção militar na Ucrânia", acrescentou o presidente americano.





"Estamos agora profundamente incomodados com os relatos de movimentações militares feitos pela Federação Russa dentro da Ucrânia", disse Obama a jornalistas na Casa Branca.





O presidente interino da Ucrânia, Olexander Turchinov, também pediu nesta sexta que o presidente russo, Vladimir Putin, "pare imediatamente com sua agressão não dissimulada e retire seus militares da Crimeia", em declarações transmitidas pela televisão.





Turchinov denunciou uma provocação de Moscou, pois, segundo ele, "provoca-se o conflito e, em seguida, anexa-se o território". Ele fez uma comparação dessa situação com a intervenção da Rússia na Geórgia em 2008.





Da EFE

0 commentsegunda-feira, 24 de fevereiro de 2014



O governo da Ucrânia abriu nesta segunda-feira (24) uma investigação criminal contra o presidente destituído Viktor Yanukovich por "assassinato em massa de civis" e emitiu uma ordem de prisão contra ele, anunciou o ministro interino do Interior, Arsen Avakov.





"Foi aberta uma investigação criminal contra Yanukovich e outros funcionários por assassinato em massa de civis. Foi emitida uma ordem de prisão contra ele", disse.





Yanukovich estaria na província autônoma da Crimeia, pró-Rússia, viajando de carro para uma destinação desconhecida, disse Avakov.





Ele estaria em fuga acompanhado de um assessor.







Yanukovich, de 63 anos, deixou a capital, Kiev, de helicóptero na sexta-feira, em meio à revolta popular contra seu governo após três dias de conflitos que deixaram mais de 80 pessoas mortas.





Desde então, ele teria fugido "em ziguezague", com seu assessor Andriy Klyuev, de Kiev a Kharkiv, no leste do país, então para seu reduto em Donetsk, onde guardas de fronteira o impediram de fugir. Após isso, ele foi para a península da Crimeia.





Nesse momento, ao saber que havia sido oficialmente substituído pelo Parlamento, ele rumou ao aeroporto militar de Belbek, mas mudou de direção ao saber que forças de segurança estavam esperando por ele ali.





Em uma residência privada na região de Balaclava, ele reuniu seus seguranças e deu a eles a opção de continuarem ali ou irem embora. Alguns entregaram suas armas oficiais e foram embora.





"Com os guarda costas restantes, Yanukovich, acompanhado por Klyuev, fugiu, em três carros, rumo a um destino desconhecido, após desligar toda comunicação", disse Avakov.





Novo governo


A Ucrânia inicia nesta segunda as negociações para tentar se recuperar de três meses de revolta e confrontos violentos e formar um novo governo de coalizão.





A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, deve visitar Kiev nesta segunda-feira para debater com os representantes do novo governo as medidas que podem ser adotadas para acalmar o país e estabilizar a economia.





O ministro interino das Finanças, Yuri Kolobov, afirmou que o país precisa de US$ 35 bilhões durante o período de 2014 e 2015 e pediu ajuda aos países doadores.





"Nós pedimos a nossos sócios ocidentais a organização de uma grande conferência de doadores", disse.





Durante o fim de semana, o governo dos Estados Unidos e o Fundo Monetário Internacional anunciaram que estavam dispostos a ajudar economicamente a ex-república soviética, que enfrenta a pior crise desde a independência em 1991.





O ministro britânico das Finanças, George Osborne, afirmou que a União Europeia (UE) também está preparada para dar seu apoio.





A revolta na Ucrânia teve início em novembro, quando Yanukovytch decidiu repentinamente dar as costas a uma aproximação com a União Europeia para privilegiar um acordo comercial com a Rússia, principal parceiro econômico do país.





Os moradores de Kiev permaneciam reunidos no centro da cidade, em altares improvisados, para honrar a memória dos mortos.





O Parlamento ucraniano se reúne nesta segunda-feira para tentar formar um novo governo.





De acordo com a Constituição, o novo presidente do Parlamento, Olexander Turchinov, ligado à líder opositora Yulia Tymoshenko, foi designado chefe de Estado interino.





Turchinov tem prazo até terça-feira para formar um governo de unidade nacional, que deve organizar as eleições presidenciais de 25 de maio.





G1.com

0 commentquarta-feira, 19 de fevereiro de 2014



A oposição da Ucrânia "ultrapassou os limites" em sua tentativa de chegar ao poder pelas ruas, e os culpados serão julgados - advertiu o presidente ucraniano, Viktor Yanukovitch, nesta quarta-feira (hora local), enquanto prosseguia a operação policial para recuperar a Praça da Independência (Maidan), em Kiev.





O presidente acusou os opositores de "tentativa de tomada do poder", de maneira anticonstitucional.





"Os líderes da oposição negligenciaram o princípio da democracia, segundo o qual se chega ao poder após as eleições, e não pelas ruas (...) Eles ultrapassaram os limites, apelando ao povo que tome as armas", declarou o presidente, em um pronunciamento à nação.





"É uma violação gritante da lei, e os culpados vão comparecer perante a Justiça", completou.





Na terça à noite, manifestantes ocuparam as sedes da administração regional e de polícia na cidade de Lviv, no oeste da Ucrânia, de maioria nacionalista, constatou um jornalista da AFP.





Cerca de 500 opositores ao regime se concentraram na frente da direção do governo regional e, depois de jogar pedras e outros artefatos no prédio, entraram sem encontrar resistência. Mais de 100 ativistas ocuparam a sede da polícia regional.





Os manifestantes ergueram barricadas na frente do prédio da polícia e atearam fogo à parte do mobiliário retirado de dentro do edifício. A sede dos Serviços Especiais (SBU) foi invadida; veículos, destruídos; e arquivos, queimados.





Os opositores também tomaram as armas de uma unidade militar de Lviv, na quarta de madrugada. Depois de confrontos com lançamento de coquetéis molotov, que provocaram incêndios em prédios militares, cerca de cinco mil manifestantes controlaram o depósito de armas.





Na região de Ternopil (oeste), os opositores lançaram coquetéis Molotov contra a chefia de polícia local, que também pegou fogo.





g1.com

0 commentdomingo, 2 de fevereiro de 2014



Conforme o Daily Mail, uma jovem teria sido morta após atrapalhar acidentalmente uma foto de alguns amigos em uma boate em Santa Ana, Califórnia.






Kim Pham tinha 23 anos e conforme relatos de amigos à polícia, a garota teria passado em frente à máquina fotográfica, atrapalhando o clique para o registro de alguns amigos.






Ao sair do lugar, uma discussão foi iniciada entre Kim e uma das mulheres do grupo, iniciando um ataque inexplicável contra Kim. Espancada e deformada, a jovem foi encaminhada ao hospital e sobrevivia por aparelhos. Eles foram desligados na semana passada quando foi declarada morta.






Está presa uma mulher suspeita pela agressão e porte de arma, além de continuar as investigações de outras quatro pessoas por participar das agressões.








Portal do Holanda

0 commentsexta-feira, 31 de janeiro de 2014


Da AFP O exército ucraniano pediu nesta sexta-feira (31) ao presidente Viktor Yanukovitch que adote "medidas de emergência" para "estabilizar" a situação no país, em um comunicado publicado no site oficial do ministério da Defesa.






"Os militares e os (outros) funcionários do ministério da Defesa pediram ao comandante supremo do exército (o chefe de Estado) que adote medidas de emergência no marco da legislação atual para estabilizar a situação no país", cenário há mais de dois meses de manifestações sem precedentes da oposição pró-europeia contra o governo, afirma a nota.





"Os militares e os (outros) funcionários do ministério da Defesa consideram inaceitável a tomada de edifícios públicos e as tentativas de impedir que o poder cumpra suas funções, advertindo que uma escalada da contestação ameaça a integridade territorial da Ucrânia", completa o comunicado.





O movimento de protesto começou no final de novembro, depois da decisão repentina de Yanukovitch de desistir de assinar um acordo de associação com a UE, negociado durante meses, em troca de uma aproximação com a Rússia, que concedeu um crédito de US$ 15 bilhões e uma redução do preço do gás a Kiev.























0 commentsegunda-feira, 27 de janeiro de 2014



O comando militar do Egito aprovou nesta segunda-feira (27) a possibilidade de candidatura à presidência do general Abdel Fattah Al-Sissi, poucas horas após o anúncio de sua promoção a marechal, segundo a agência oficial Mena.





Esses anúncios representam para o chefe do exército e popular homem forte do Egito um passo importante para a sua candidatura nas eleições, previstas para acontecer em três meses.





Coube ao presidente interino Adli Mansur, instaurado pelo exército no início de julho após a destituição e prisão do islamita Mohamed Morsi, anunciar a promoção de Sissi.





No domingo, o chefe de Estado interino indicou que a eleição presidencial seria organizada ao mesmo tempo que as legislativas, um calendário que parece feito sob medida para o marechal, de 59 anos.





Há várias semanas, pessoas próximas ao marechal, que também é ministro da Defesa e vice-primeiro-ministro, não escondiam a intenção de Sissi de se apresentar às eleições.





Mas a Constituição adotada em meados de janeiro do ano passado determina que o presidente deve ser, obrigatoriamente, um civil. Portanto, se o marechal Sissi desejar, de fato, brigar pelo cargo, deverá desligar-se do exército ou aposentar-se.





A este respeito, um funcionário do governo explicou à AFP que a patente de marechal "poderia ser uma honraria concedida a Sissi antes de deixar o exército".





A opinião é compartilhada por um segundo oficial, que pediu para não ser identificado.





A reunião do comando militar foi anunciada pela agência de notícias oficial Mena.





Para além dos imperativos constitucionais, para Karim Bitar, especialista em Oriente Médio, a promoção a marechal, a mais alta patente do exército egípcio, é "mais um passo na construção política e midiática do mito do salvador, o herói e o homem providencial".





Além disso, o diretor de pesquisas do Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas (IRIS) nota que esta distinção, extremamente rara, acontece no momento em que as autoridades, lideradas de fato pelo exército, reprimem com um banho de sangue os islamitas partidários de Morsi.





"Normalmente, está distinção é concedida só depois de uma grande vitória militar. O que significa que consideram a repressão em curso uma 'guerra contra o terrorismo' e que vale como um triunfo no campo de batalha", afirma.





Vice-premiê sai


Ao mesmo tempo, o vice-primeiro-ministro egípcio e titular da pasta de Cooperação Internacional, Ziad Baha Eldin, anunciou que apresentou sua renúncia ao chefe do governo, Hazem al Beblaui.





Em carta à Beblaui divulgada em sua página oficial no Facebook, o vice-primeiro-ministro considera que seu papel no próximo período da transição "será mais coerente e eficaz na ação política de partido e na ação jurídica".





Repressão


Em sete meses, mais de 1.000 manifestantes pró-Morsi foram mortos na repressão implacável dos policiais e soldados, enquanto milhares de islamitas foram presos, incluindo quase todos os líderes da Irmandade Muçulmana, a influente confraria à qual pertence Morsi, o único presidente democraticamente eleito no Egito.





Desde então, os líderes do movimento islâmico estão sendo, assim como Morsi, julgados em processos nos quais enfrentam a pena de morte.





No final de dezembro, a Irmandade foi declarada uma "organização terrorista", após um ataque mortal contra a polícia reivindicado por um grupo jihadista do Sinai, sem ligação conhecida com o movimento.





Esta península desértica se tornou desde a destituição de Morsi palco quase diário de ataques contra as forças de ordem, que perderam dezenas de homens em sete meses.





No sábado, o mesmo grupo jihadista, o Ansar Beit al-Maqdess, que diz se inspirar na rede terrorista da Al-Qaeda, afirmou ter derrubado um helicóptero do exército.





E os ataques, incluindo com carros-bomba, chegaram a atingir o Cairo, abalado por cinco explosões no último fim de semana.





A imprensa, em uníssono com o exército e a polícia, reiteram a retórica da 'guerra contra o terrorismo', e no sábado, por ocasião do terceiro aniversário da revolta que derrubou Hosni Mubarak do poder, milhares de egípcios se reuniram na simbólica praça Tahrir em favor de Sissi.





"Eu compreendo que as pessoas queiram Sissi como candidato. Elas temem pela sua segurança e exigem um homem forte", diz Alfred Raouf, do partido liberal Al-Dostour, que apoiou a destituição de Morsi. Mas "eu teria preferido uma eleição presidencial entre candidatos civis para estabelecer uma democracia civil".





Pois "o (futuro) presidente vai anunciar suas crenças e orientações políticas e os partidos políticos mais próximos irão se beneficiar" nas eleições parlamentares, ressalta, por sua vez, o cientista político Gamal Abdel Gawad Soltan.





Do G1, em São Paulo

0 commentsábado, 18 de janeiro de 2014



O presidente americano, Barack Obama, garantiu que a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, não precisa "se preocupar" com a confidencialidade das comunicações dos alemães, enquanto ele for presidente dos Estados Unidos - declarou o próprio em entrevista à televisão alemã neste sábado (18).





"Enquanto eu for presidente dos Estados Unidos, a chanceler alemã não terá de se preocupar" com a vigilância, declarou Obama à emissora pública alemã ZDF, na entrevista que deve ser transmitida neste sábado.





Segundo Obama, os dois países têm uma "relação de amizade e de confiança".





"Não tenho necessidade, e não quero, nutrir essa relação por um mecanismo de vigilância, que se colocaria no meio da comunicação e da confiança que nós temos", frisou.





A entrevista foi dada depois do anúncio, na véspera, da reforma nos programas da Agência da Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), suspeita de ter espionado comunicações de líderes estrangeiros, incluindo o celular de Merkel.





Na sexta-feira (17), o porta-voz de Merkel comemorou "o fato de que a proteção dos dados e dos direitos das pessoas serão mais respeitados no futuro, sobretudo, dos cidadãos não americanos".





Neste sábado, as reações foram mais críticas.





O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Bundestag, Norbert Rittgen, do partido conservador CDU da chanceler, declarou que o anúncio de Obama foi "técnico" e não respondia, "infelizmente, ao verdadeiro problema". Para ele, há uma "divergência transatlântica" sobre o equilíbrio entre liberdade e segurança.





Em entrevista na edição de domingo do jornal "Bild", o ministro alemão da Justiça, o socialdemocrata Heiko Maas, vi nos projetos de Obama "um primeiro passo". Segundo ele, a confiança da Alemanha em seu parceiro americano será restaurada apenas "quando tivermos assinado um acordo que proteja, de maneira juridicamente vinculante, os dados de todos os cidadãos".





g1.com

0 commentterça-feira, 14 de janeiro de 2014



O ex-primeiro-ministro israelense Ariel Sharon, morto no sábado (11), foi enterrado nesta segunda-feira (13) na fazenda de sua família localizada ao sul do deserto do Neguev, perto da fronteira com a Faixa de Gaza.





Sharon, de 85 anos, havia permanecido oito anos em coma após um derrame cerebral ocorrido em janeiro de 2006. Ele foi enterrado junto a sua segunda esposa, Lily, como desejava.





Sharon teve um funeral de Estado no Parlamento de Jerusalém com a presença de líderes israelenses e estrangeiros, como o vice-presidente americano, Joe Biden.





A homenagem oficial ocorreu na praça em frente ao Parlamento e começou com cantos religiosos tradicionais.







"A terra da qual você veio te abraça com os braços cálidos da história de nossa nação, à qual você somou um capítulo inesquecível", declarou o presidente israelense Shimon Peres na cerimônia transmitida ao vivo pela televisão.O vice-presidente americano Biden lembrou Sharon como "um homem poderoso".


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"O primeiro-ministro Sharon era um homem complexo (...) que viveu em uma época complexa em uma vizinhança complexa", explicou Biden.





Cerca de 20 mil israelenses passaram no domingo diante do caixão exposto no exterior do Parlamento.





Muitos lembravam o carisma e a bravura do 11º6 chefe de Governo de Israel.





O conselho de ministros semanal, presidido por Benjamin Netanyahu, observou um minuto de silêncio.





O primeiro-ministro voltou a saudar seu rival político como "um de nossos mais eminentes líderes e audazes comandantes".





Já a imprensa israelense fazia um balanço equilibrado da "herança de Sharon".





"Fou um gênio generoso e cruel ao mesmo tempo", resumiu o jornal de direita "Maariv".





Inclusive o "Haaretz", da esquerda e firme adversário do Buldôzer (um dos apelidos de Sharon), dedicou elogios ao ex-líder.





"Desde a saída de Sharon, Israel carece de uma liderança política que reconheça os limites da força, mantenha a aliança com os Estados Unidos e demonstre valor nos Territórios (palestinos) sem se deixar impressionar pelos colonos", declarou.





De Gaza a Ramallah, de Yenin aos campos de refugiados no Líbano, os palestinos expressaram sua imensa alegria com a notícia da morte do "criminoso Sharon" e lamentaram que o general israelense tenha falecido sem ter comparecido perante a justiça internacional.





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