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0 commentquarta-feira, 13 de agosto de 2014



Mais uma escola em Santarém, no Baixo Amazonas sofre com a morosidade na reforma do prédio. Dessa vez a situação está acontecendo na escola estadual Frei Ambrósio, a mais antiga do município. Não há salas de aulas prontas para atender os alunos e dar continuidade ao segundo semestre de 2014.





Por três vezes os alunos foram à escola na expectativa que iriam voltar a estudar, mas na verdade, tiveram que voltar pra casa. A situação foi registrada no Ministério Público Estadual (MPE) para que providências sejam tomadas.





O diretor da escola, professor Marcos Botelho, informou que a empresa responsável pela reforma estipulou datas para entregar as salas de aula. “O reinício estava marcado para 1º de agosto, mas nada pronto. Os alunos vieram à escola, e pedimos que retornassem somente na segunda-feira, dia 4, mesmo assim não estava pronta conforme a empresa prometeu. Aí nos pediram outro prazo, 11 de agosto, eu conversei com os professores e eles concordaram em mais uma vez tentar e agora a situação da escola estava ainda pior”, relatou o diretor.





A empresa licitada solicitou à direção da escola que liberasse três salas de aula para realizar a reforma. A direção, então adaptou três espaços pedagógicos e os adaptou como salas de aula, enquanto acontecia a reforma. Quando o prazo foi encerrado, porém, as salas não estavam concluídas , mesmo com as obras iniciadas em 17 de março.





Outra questão que revoltou a direção da escola Frei Ambrósio, foi à colocação da placa informando a construção da cobertura da quadra de esportes. Ela foi colocada no final do mês de julho, e informa que o término foi em dezembro de 2013, no entanto, não há nenhum serviço no local.





Em nota, a assessoria de comunicação da Seduc informou que a empresa responsável pela reforma da escola não cumpriu o prazo previsto para segunda-feira, 11, e ainda informou que uma nova vistoria será feita para definir o novo prazo de entrega. A nota esclareceu que a secretaria irá informar o novo prazo assim que sair o resultado da avaliação. Sobre a cobertura da quadra de esportes, o diretor da 5ª URE, professor Dirceu Amoedo esclareceu que foi informado pela secretaria que até o final deste ano todas as quadras que estão com reformas previstas serão concluídas e entregues.





(Diário do Pará)


0 commentquinta-feira, 1 de maio de 2014



Estudo realizado pelo Centro de Registro e Indicadores Acadêmicos (Ciac) da Universidade Federal do Pará (UFPA) mostra que nos últimos dez anos, mais de 450 indígenas ingressaram em cursos da instituição, em todos os campi. No entanto, cerca de 100 abandonaram as aulas. Os principais motivos são dificuldade de adaptação fora das aldeias, falta de recursos financeiros para manter-se em outra localidade, dificuldades pedagógicas, até a não identificação com o próprio curso.





“Ao contrário do que ele encontrava em sua aldeia onde tem a comunidade que o apoia, a família, os amigos...aqui, a realidade é outra e as dificuldades encontradas são inúmeras. O que precisamos é que a universidade esteja preparada para atender a essa diversidade, o ingresso no ensino superior é importante, mas a permanência e o sucesso são fundamentais”, conta Edimar Fernandes, Kaingang e presidente da Associação de Povos Indígenas Estudantes na Universidade Federal do Pará (APYEUFPA).





Para diminuir o número de indígenas que deixam a UFPA, em 2012, os próprios estudantes indígenas mobilizaram-se e criaram a APYEUFPA, com o objetivo da implementação de melhorias para os estudantes. Edimar diz que a maior preocupação está em auxiliar os indígenas que estão na fase final de seus cursos, com a elaboração do TCC.





Algumas medidas estão sendo levantadas pela associação, que propôs a criação de um grupo formado por pedagogos, antropólogos, professores indígenas e não indígenas para orientar os alunos que precisarem e desejam desenvolver os trabalhos voltados para as suas comunidades de origem.





“Nós estamos pensando em desenvolver um trabalho, no sentido de acompanhar os indígenas que já estão nesse estágio de formação. O sentido deste trabalho é levar em consideração as dificuldades que eles enfrentam ao ter que elaborar o TCC, porque este trabalho é o início da discussão de como resolver os problemas que os indígenas enfrentam nas comunidades”.





Em 2013, 28 discentes indígenas foram atendidos pelo programa Permanência, da Pró-Reitoria de Extensão DAIE/PROEX; existem as modalidades de auxílio permanência especial (R$310) e auxílio moradia especial (R$360), as quais concedem apoio financeiro, que, além de ajudar nas despesas com transporte, alimentação e moradia, também visam contribuir para a promoção da Inclusão Social.





Como forma de incentivar os indígenas que ingressaram no ano de 2010 podem optar por receber um apoio da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), no valor de R$ 250 a partir de um termo de cooperação técnica com a Universidade. Porém, caso o discente opte pelo auxílio da FUNAI, perde o direito de receber o auxílio permanência oferecido pela PROEX, considerando que o decreto nº 7.416, de 30 de dezembro de 2010, em seu art. 3º, inciso IV, proíbe o acúmulo com outras bolsas pagas por programas oficiais.




Por: G1 Santarém
0 commentsexta-feira, 14 de março de 2014



Promover um intercâmbio de informações e de conhecimentos para construir uma parceria visando regularizar as terras do município de Inhangapi, cidade localizada a 90 quilômetros de Belém. Este foi o princípio que norteou a reunião ocorrida ontem, 13 de março, às 10 horas, no Auditório do Laboratório de Engenharia Sanitária e Ambiental (Laesa), entre o prefeito municipal Oswaldo Freitas e a presidente da Comissão Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará, Marlene Alvino, com a presença dos coordenadores geral e operacional do Projeto Moradia Cidadã, André Montenegro e Myrian Cardoso. Participaram da reunião, ainda, o secretário de Finanças do município, Pedro Monteiro, o coordenador de Cadastro Imobiliário, Stélio do Mar Paes, e o consultor jurídico Miguel Biz.




Com uma população estimada em 10.693 habitantes, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em 2013, mais de 60% da população localizam-se na área rural e o restante na parte urbana. A cidade tem 471,449 quilômetros quadrados e uma densidade demográfica de 21,29 habitantes por quilômetro quadrado. Os dados históricos revelam que a ocupação das terras de Inhangapi teve início em 1898, com a instalação de um núcleo colonial expansionista de migrantes brasileiros, e passou por diversas fases até os dias de hoje. “Resgatar essa cadeia documental e dominial do patrimônio das terras de Inhangapi é o primeiro passo desta parceria com a Ufpa”, destacou o prefeito Oswaldo Freitas, mais conhecido como Cubil.




Segundo ele, o trabalho conjunto com a universidade será fundamental, também, em função da experiência histórica na área de regularização fundiária e no intercâmbio de informações com o Instituto de Terras do Pará (Iterpa), além do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que participa com a UFPA do Projeto Moradia Cidadã, fruto de parceria com o Ministério das Cidades e seis municípios do Nordeste paraense. Serão feitos também contatos com o Consórcio Integrado dos Municípios Paraenses (Coimp) e com a Associacão dos Municípios do Nordeste Paraense (Amunep) para buscar mais esclarecimentos sobre a documentação das terras, além do intercâmbio com os cartórios e outras instituições, sinalizou o prefeito.





Conforme os dados do IBGE, a economia da cidade é centrada na agropecuária, indústria e serviços. “O forte da economia municipal é a agricultura familiar, com destaque para a produção de farinha, além da atuação na área de cerâmica e, em menor volume, os setores de comércio e serviços. “No segmento da fruticultura, trabalhamos com a produção de polpas, em especial do açaí”, explicou o prefeito durante a reunião, acrescentando a expectativa do uso do Porto Pernambuco para a exportação de gado em pé para a Venezuela e o Líbano.





Nestes mais de 116 anos de existência, a cidade passou por diversas fases e as suas terras, pelos dados históricos, foram pertecentes a Belém e a Castanhal até se configurar como município autonômo em 1943, tendo em 1948 eleito o seu primeiro prefeito. “Esta parceria com a universidade fortalece o nosso projeto de desenvolvimento municipal e contribuirá para planejar a regularização fundiária das áreas ocupadas com as moradias, comércios, espaços religiosos, entre outros usos, além abrir a possibilidade de buscar financiamentos para melhorias das políticas municipais em diversas áreas da cidade”, enfatizou o prefeito.





Uma nova reunião entre a Comissão de Regularização Fundiária e a Prefeitura Municipal de Inhangapi ficou agendada para o dia 27 de março, às 10:30 horas, no Auditório do Laboratório de Engenharia Sanitária e Ambiental (Laesa), quando serão analisados os avanços alcançados junto aos diversos órgãos e o levantamento da documentação das terras. “De posse destes documentos oficiais poderemos traçar uma estratégia de ação entre a universidade e a prefeitura para vislumbrar os novos passos para a consolidação da parceria visando a regularização fundiária local”, enfatizou o coordenador geral da Comissão de Regularização Fundiária da UFPA, André Montenegro.





Kid dos Reis


Ascom-CRF-UFPA




0 commentsegunda-feira, 10 de março de 2014





A Comissão de Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará apresentará nesta terça-feira, 11 de março, a partir das 10 horas, no Ministério das Cidades, em Brasília, o Sistema de Apoio à Regularização Fundiária (Sarf), software desenvolvido pelos consultores em tecnologia da informação e da comunicação do Projeto Moradia Cidadã. O coletor de dados digitais permitirá o recolhimento das informações sobre o perfil cadastral do terreno, do imóvel e os dados socioeconômicos e jurídicos de uma população estimada em mais de 54 mil pessoas residentes em 1.550 hectares e que ocupam aproximadamente 14 mil imóveis nas cidades de Mãe do Rio, Nova Esperança do Piriá, Capitão Poço, Tomé-Açu, Ipixuna do Pará e Concórdia do Pará, conforme os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e do Programa Terra Legal. 





Eloi Faveiro, professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Computação da UFPA e coordenador de Desenvolvimento do Sarf, explica que o sistema consolida uma caminhada iniciada na década de 80, quando as primeiras experiências de regularização fundiária foram desenvolvidas pela universidade em suas próprias terras, época em que se ainda se utilizavam os boletins em papel para coletar dados que agora são digitalizados. “Construímos um grande banco de dados sobre a regularização fundiária no Nordeste paraense, além de que o software deve se consolidar como uma referência tecnológica e sustentável para imprimir mais rapidez à titulação de terras na Amazônia Legal e no Brasil”, assinala o pesquisador. 





ACÚMULO – Gustavo Maués, consultor de Arquitetura de Sistemas Web e Banco de Dados para Informações Geográficas, diz que o sistema foi desenvolvido em software livre na tecnologia Java e possui uma arquitetura de multiplataforma, permitindo não apenas o registro de 14 mil unidades, mas se for necessário de milhões de unidades, por exemplo, para o Estado do Pará e o Brasil. O banco de dados segue os padrões internacionais de informações e procedimentos que permitem e facilitam a análise, gestão ou representação das áreas que estão sendo regularizadas. 





Na visão de Márcia Antunes, estudante de Pós-graduação em Geo-Processamento e bolsista de Tecnologia da Informação do Projeto Moradia Cidadã, o trabalho é fruto de um conhecimento acumulado sobre sistemas, processos e procedimentos que agregam valor em prol da regularização fundiária. “Estamos deixando a coleta das informações em boletins de papel para o uso em um sistema digital e sustentável. Esta plataforma de base de dados ficará disponível para estudos e pesquisas acadêmicas visando sinalizar soluções para problemas fundiários paraenses, assim como os prefeitos dos municípios podem aperfeiçoar, por meio de consulta à base de dados, as suas políticas públicas para as melhorias urbanas para as comunidades”, sinaliza. 





PROCESSOS - A primeira versão do Sarf foi apresentada ao Ministério das Cidades em 2013, durante a oficina “Regularização Fundiária no Pará: Desafios à Interdisciplinaridade da Ação”, ocorrida no Auditório do Laboratório de Engenharia Civil, Campus Profissional da UFPA. “A construção de um sistema deste porte, que pode ser uma referência nacional, requer muitos estudos, ajustes operacionais, técnicos, análise de interface entre ferramentas computacionais e testes práticos, até assegurar a sua efetiva aplicação”, recorda a coordenadora técnica operacional do Projeto Moradia Cidadã, Myrian Cardoso. 





No final de 2013, no Laboratório de Computação da Universidade Federal do Pará, na presença do coordenador geral do Projeto, professor André Montenegro, foi realizado o primeiro teste de digitação direta dos boletins cadastrais no Sarf, que ficará hospedado no Centro de Tecnologia de Informação e Comunicação (CTIC) da UFPA. “É fundamental valorizar e agradecer a importância do CTIC na hospedagem desta via de comunicação digital para a transmissão de conhecimentos entre o Ministério das Cidades, a Universidade, as prefeituras e as milhares de famílias que serão beneficiadas com a titulação. Abrimos uma enorme via de comunicação digital no universo da regularização fundiária brasileira”, demarca o coordenador geral. 





REFERÊNCIA – O primeiro cadastro consolidado no sistema foi o da agricultora familiar e moradora da Vila Nossa do Perpétuo Socorro, localizada na PA-252, no município de Concórdia do Pará, que reside há três anos na Quadra 2, lote 80, e possui uma renda familiar de R$ 400 reais. A área do seu imóvel é de 459,6 metros quadrados, tem 54,57 metros quadrados de área construída, sendo quatro cômodos, ou seja, dois quartos, uma sala e cozinha e um banheiro. “A moradia é de alvenaria e tem cobertura de cerâmica, porém não tem revestimento e esgotamento sanitário. A água existente na localidade é utilizada no sistema de torneira coletiva e a prefeitura local realiza a coleta lixo. O terreno da agricultora tem ainda uma área livre de mais de 405 metros quadrados”, informa o assessor jurídico, Gabriel Outeiro, que digitou o primeiro cadastro. 





Marlene Alvino, presidente da Comissão de Regularização Fundiária da UFPA, analisa que a experiência do uso do coletor de dados digitais em campo demonstrará a importância das inovações criativas que agregam valor e revelam a importância das novas tecnologias na regularização fundiária para o Brasil. “O sistema gerará os documentos necessários para a emissão do título, garantindo a segurança jurídica da posse para as famílias e demais beneficiados nas seis cidades do Nordeste paraense, assim como os prefeitos poderão continuar o planejamento e desenvolvimento municipal”, comemora. 















Kid Reis - Ascom CRF-UFPA 

















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Nesta segunda-feira (10) a Universidade do Estado do Pará (Uepa) abre inscrições para 320 bolsas de incentivo acadêmico, no no valor de R$ 350,00. As inscrições seguem abertas até o dia 4 abril e serão realizadas somente via internet. A ficha de inscrição e o edital da seleção estão disponíveis no site da Uepa.





Os candidatos às bolsas precisam estar matriculados e frequentando as aulas de um curso de graduação da Uepa, além de ter renda familiar de até 1,5 salário mínimo. A prioridade é atender alunos oriundos de escolas públicas e cuja situação financeira ameace sua permanência na universidade.





No próximo dia 7 de abril será divulgado o resultado preliminar da seleção, e os candidatos selecionados devem passar ainda pelas etapas de cálculo da renda familiar e de análise de documentação. Se necessário, equipes da instituição devem realizar entrevistas e visitas domiciliares aos candidatos.





O resultado final será divulgado até o dia 20 de maio, e os alunos não selecionados permanecem registrados em um cadastro reserva. O aluno bolsista deverá desenvolver atividades complementares de ensino, pesquisa e extensão em uma carga horária de, no mínimo, oito horas semanais. A bolsa será concedida no período de 1 de junho de 2014 a 31 de maio de 2015, condicionada aos recursos financeiros da instituição.





g1/pa


0 commentsegunda-feira, 27 de janeiro de 2014



Já está disponível no site da FADESP o GABARITO OFICIAL Preliminar do Concurso da Prefeitura de Itaituba realizado no ultimo domingo 26 de Janeiro. Click Abaixo para ter acesso ao Gabarito.






FONTE: ASCOM E FADESP



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O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta segunda-feira (27) o resultado da segunda chamada da primeira edição de 2014 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Veja o link ao lado.





Os aprovados deverão fazer a matrícula nesta sexta-feira (31) ou entre a próxima segunda (3) e terça-feira (4).





Os candidatos que não foram aprovados em nenhuma das duas chamadas do Sisu podem manifestar interesse em participar da lista de espera das universidades, usada para preencher as vagas que ainda estiverem abertas. A lista começa a ser criada nesta segunda-feira, e o prazo termina no dia 7 de fevereiro.





Segundo o MEC, o Sisu teve 2.559.987 inscritos, o que representa um aumento de 31,28% em relação à edição do primeiro semestre de 2013. Em todo o país, foram oferecidas 171.401 vagas em 4.723 cursos de graduação de 115 instituições. O ministério não informou quantas dessas vagas já foram preenchidas nem o total oferecido na segunda chamada da seleção.




Segunda chamada do Sisu 2014 está no ar (Foto: Reprodução)




0 commentsábado, 11 de janeiro de 2014

A Universidade Federal do Pará (UFPA) divulgou nesta sexta-feira (10), por meio do Centro de Processos Seletivos (CEPS), o resultado do Concurso para técnicos-administrativos 2013. O resultado pode ser conferido no site do CEPS ou aqui.





O certame ofertava 141 vagas em 50 cargos em Belém e outras 91 vagas nos onze campi de outros municípios, mas nem todas foram preenchidas. Ao todo, 14.006 candidatos participaram da seleção.





Os salários para o ensino médio chegam a R$ 1.912,99 e para o ensino superior R$ 3.138,70. Os 120 novos concursados da UFPA agora devem aguardar a convocação da universidade para a apresentação de documentos e orientações sobre o início do trabalho. Estas informações devem ser disponibilizadas na página da Pró-reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal (PROGEP),.





Não houve classificados para os cargos de: Técnico em Laboratório – Mecânica (Belém), Técnico em Laboratório – Química (Cametá e Abaetetuba), Técnico em Laboratório – Saneamento, Técnico em Restauração, Tradutor e Intérprete para Língua de Sinais, Biólogo (Altamira), Engenheiro Agrônomo (Altamira), Engenheiro Civil (Altamira), Médico Gastrohempatologista (Belém), Médico – Medicina do Trabalho (Belém), Museólogo (Belém), Psicólogo (Altamira), Secretário Executivo (Tucuruí) e Médico Infectologista (Belém). A UFPA ainda analisa como estas vagas poderão ser reabertas em novo edital.





Serviço


Resultado concurso para Técnicos-Administrativos 2013 - UFPA no site do CEPS ou clique aqui. Informações: 3201.7266 ou 3201.7622 ou pelo e-mail ceps@ufpa.br





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