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0 commentquarta-feira, 11 de junho de 2014

Renata Alves, essa loira de 1,78 e Bumbum gigante, natural de Groairas/CE representante da Selecão da Argentina no projeto Musas da Copa do renomado fotógrafo Reinaldo Dutra. Ela promete incentivar muito Messi no Brasil.

SKTMarketing Digital.




















0 commentterça-feira, 10 de junho de 2014



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Alessandra Batista, do programa Legendários, foi 'vestida' apenas de pintura corporal, feita pelo artista W.Veríssimo junto com sua colega de palco Ariadne, a pintura foi em homenagem a musa da arbitragem Fernanda Colombo. Natural de Franca, no interior de São Paulo, o artista plástico trabalha há mais de 15 anos com pinturas corporais e perdeu a conta de quantas musas já preparou.


Pintura corporal é uma das formas de pintura arte indígena onde os corpos são pintados com tinturas extraídas de plantas. Materiais: Jenipapo, Urucum, Babaçu, etc.A pintura corporal é uma forma de expressão. Geralmente quando escutamos falar de pintura corporal temos em mente sempre os índios, mas a pintura corporal está presente nos dias de hoje. A tatuagem e a maquiagem são grandes exemplos de pintura corporal que é usada por pessoas de diversas partes do mundo.















Foto: Sérgio Baía / MF Models Assessoria






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Na tarde de Segunda Feira (09) na rua São Luiz com Barão de São Nicolau uma torre de um provedor de internet da cidade de Santarém, caiu em cima de uma residência no bairro do Aeroporto Velho, nas proximidades da Caixa de água do bairro.





Nossa equipe de reportagem esteve no local e presenciou a torre de internet de péssima qualidade e sem segurança alguma em cima do telhado da casa da moradora que estava em panico e chorava muito com a situação. 




Segundo um morador que conversou com nossa equipe de reportagem já é a segunda vez que a torre vai ao chão, ele criticou as autoridades locais pelo fato de permitirem que a torre fosse levantada novamente e que continue no local, haja vista que ela é frágil e não tem segurança alguma e ainda oferece risco a população que mora nas proximidades. 




Conversamos com a moradora da casa e ela nos falou que estava no quintal na hora que a torre desabou em cima de sua casa, ela disse que só faltou morrer se susto, segundo ela a queda e o estrondo foi imenso. parte do telhado da casa se quebrou com a força da batida. O corpo de Bombeiros esteve no local para averiguar a situação e tomar as providencias cabíveis para o caso.


Fonte : ELIAS JUNIOR NOTÍCIAS



0 commentquinta-feira, 5 de junho de 2014



O advogado Francisco Simim, que representa o goleiro Bruno Fernandes, disse que o cliente afirma não ser o pai do filho de Eliza Samudio. Em entrevista ao G1, nesta quinta-feira (5), Simim disse que vai entrar ainda hoje com um pedido na Vara da Família do Rio de Janeiro para anular a decisão que legitima o atleta como pai de Bruninho. Bruno foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pela morte de Eliza.





“Tem que provar se ele [Bruno] é o pai da criança. O Bruno nunca cedeu material para o exame de DNA. Essa decisão foi por presunção. Em juízo, o Bruno afirmou que era pai do Bruninho, mas, em juízo, ele não pode apresentar provas contra ele mesmo. A Eliza tinha caso com vários jogadores na época, não dá para saber”, disse.





Segundo a Justiça, o crime ocorreu porque o então jogador não queria reconhecer a paternidade de Bruninho. Em julho de 2012, ele reconheceu a paternidade na Justiça, mesmo sem ter, segundo o advogado, se submetido ao exame de DNA. Na decisão, o juiz escreveu "Declaro Bruno Samudio filho de Bruno Fernandes das Dores de Souza". Ainda segundo a decisão, o nome do jogador deveria constar na certidão de nascimento da criança.





Em junho de 2013, o advogado de Bruno na época, Lúcio Adolfo, já havia levantado a possibilidade do goleiro não ser o pai da criança, e afirmou que iria à Justiça para pedir que um exame de DNA fosse feito. 





Simim disse ainda que Bruno está disposto a fazer o exame de DNA para provar que não é o pai. “Ele (Bruno) quer a verdade, tirar um peso das costas dele”, afirmou.





g1

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A Corte de Apelação de Bolonha, na Itália, julgará nesta quinta-feira (5) o pedido de extradição do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão do PT.





No ano passado, depois de condenado a 12 anos e 7 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Pizzolato fugiu para Itália e foi preso no dia 5 de fevereiro por uso de documento falso.





Desde a prisão pela polícia italiana, o Brasil pediu a extradição ao governo italiano, para que o ex-diretor do BB cumpra pena no país pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro.





Dois procuradores regionais estão na Itália para acompanhar a sessão do tribunal, além de representantes do Ministério da Justiça e da Advocacia Geral da União (AGU). Um advogado contratado pelo Brasil acompanhará o processo.





Pizzolato poderá recorrer da decisão que vier a ser tomada pelo tribunal. No julgamento, a Corte de Bolonha pode optar por pedir mais informações sobre o caso do ex-diretor do Banco do Brasil antes de tomar uma decisão.





A defesa do ex-diretor do BB argumentou à Justiça italiana que o Brasil não tem presídios em condições de garantir o respeito aos direitos humanos.





O presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, informou às autoridades italianas que, caso ele seja extraditado, cumprirá pena no presídio da Papuda, nos arredores de Brasília.





O Ministério Público da Itália já se manifestou a favor da extradição, mas a decisão final será do Tribunal de Bolonha, responsável pela análise do pedido de extradição.





O caso de Pizzolato é polêmico porque ele tem dupla cidadania (brasileira e italiana) e, por isso, o governo italiano pode se recusar a extraditá-lo.





g1.com

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Resultado de ampla mobilização popular e aprovada pelo Congresso Nacional em 2010, a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº 135/2010) será pela primeira vez aplicada em uma eleição geral, a de 2014. A Lei da Ficha Limpa foi sancionada no dia 4 de junho de 2010 e fortaleceu as punições aos cidadãos e candidatos que burlaram a lisura e a ética das eleições ou que tenham contra si determinadas condenações na esfera eleitoral, administrativa ou criminal. A lei dispõe de 14 hipóteses de inelegibilidades que sujeitam aqueles que nelas se enquadram a oito anos de afastamento das urnas como candidatos. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional após receber as assinaturas de 1,3 milhão de brasileiros em apoio às novas regras.





A história da elaboração da lei começou, na verdade, dois anos e dois meses antes da sanção da norma, com o lançamento de campanha popular de igual nome em abril de 2008. A campanha teve como finalidade aprimorar o perfil dos candidatos a cargos eletivos, estimulando os eleitores a conhecer a vida pregressa dos políticos. As inelegibilidades da Lei da Ficha Limpa, que punem quem comete alguma irregularidade ou delito de ordem eleitoral (ou não), foram introduzidas no inciso I do artigo 1º da Lei de Inelegibilidades (Lei Complementar nº 64/90) na forma de alíneas.





Validade





A Lei da Ficha Limpa começou a vigorar no dia 7 de junho de 2010, data de sua publicação no Diário Oficial da União, mas somente passou a ser aplicada nas eleições municipais de 2012. Por ocasião de sua aprovação, houve grande discussão sobre quando a lei deveria passar a valer, em razão do artigo 16 da Constituição Federal. O dispositivo estabelece que normas que modificam o processo eleitoral só podem ser aplicadas um ano após a sua vigência. 





O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, em agosto de 2010, que a lei seria aplicável às eleições gerais daquele ano, apesar de ter sido publicada menos de um ano antes da data do pleito. O Tribunal tomou a decisão ao analisar o primeiro caso sobre indeferimento de um registro de candidatura com base em inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa. Porém, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que a lei não poderia ser adotada para as eleições gerais de 2010, porque isso desrespeitaria o artigo 16 da Constituição.





Já em fevereiro de 2012, o STF decidiu, ao examinar duas ações, que a Lei da Ficha Limpa era constitucional e valia para as eleições municipais daquele ano. Com base nesse entendimento, a Justiça Eleitoral julgou milhares de processos referentes a candidatos apontados como inelegíveis de acordo com a lei. Dos 7.781 processos sobre registros de candidatura que chegaram ao TSE sobre as eleições de 2012, 3.366 dos recursos tratavam da Lei da Ficha Limpa, o que corresponde a 43% do total. 





Alíneas





A Lei da Ficha Limpa incentiva o voto consciente do eleitor, mostrando a importância de se conhecer o passado dos candidatos, baseado em seu comportamento e ações. A lei tem sido a causa do afastamento pela Justiça Eleitoral de inúmeros prefeitos e vice-prefeitos e de convocação da maioria das novas eleições marcadas para o preenchimento dessas vagas.





A alínea ‘g’ da Lei da Ficha Limpa é a que resulta em maior número de registros de candidatura negados. O item afirma que são inelegíveis para as eleições dos próximos oito anos, contados da decisão, aqueles que tiverem suas contas de exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável por ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário. Com base na alínea ‘g’, o TSE negou o registro a candidatos que haviam sido eleitos prefeitos em outubro de 2012 nas seguintes cidades: Pedra Branca do Amapari, no Amapá; Diamantina, em Minas Gerais; Meruoca, no Ceará; Bonito e Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul; Diamantina, em Minas Gerais; Santa Maria da Boa Vista, em Pernambuco; Joaquim Távora, no Paraná; e General Salgado, em São Paulo, entre outros.





Por sua vez, a alínea ‘j’ torna inelegível por oito anos, a contar da eleição, os condenados, em decisão transitada em julgado ou de órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por corrupção eleitoral, compra de votos, por doação, arrecadação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou do diploma. O TSE negou com base nesta alínea, por exemplo, recursos de candidatos eleitos prefeitos nos seguintes municípios: Cachoeira Dourada, em Minas Gerais; Primavera, em Pernambuco; Eugênio de Castro, Fortaleza dos Valos, Novo Hamburgo e Tucunduva, no Rio Grande do Sul; Balneário Rincão, em Santa Catarina; Pires do Rio, em Goiás, e Coronel Macedo, em São Paulo.





Já a alínea ‘d’ define como inelegíveis, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, bem como para as que ocorrerem nos oito anos seguintes, aqueles que tenham contra si representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral, em decisão transitada em julgado ou dada por órgão colegiado, em processo sobre abuso de poder econômico ou político.





A alínea seguinte, a ‘e’, impede de disputar eleições, desde a condenação até oito anos após o cumprimento da pena, os cidadãos condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, pelos seguintes crimes: abuso de autoridade, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública; de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; contra a economia popular, a fé, a administração e o patrimônio públicos; e por crimes eleitorais, para os quais a lei estipule pena privativa de liberdade, entre outros.





Outro item que já causou vários indeferimentos de registro de candidatos é a alínea “l”. O texto afirma que são inelegíveis, desde a condenação ou o trânsito em julgado até o prazo de oito anos após o cumprimento da pena, os condenados que tiveram os direitos políticos suspensos, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por ato doloso de improbidade administrativa que resulte em lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito.





Já a alínea “m” fixa a inelegibilidade de oito anos, salvo se o ato for anulado ou suspenso pela Justiça, para os excluídos do exercício da profissão, por decisão do órgão profissional, em decorrência de infração ético-profissional.





Outra alínea (“n”) torna inelegíveis, pelo prazo de oito anos após a decisão que reconhecer a fraude, os condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por desfazerem ou simularem desfazer vínculo conjugal ou de união estável para evitar justamente causa de inelegibilidade.





As sete alíneas restantes estabelecem, entre outras, inelegibilidades para: o presidente da República, governador, prefeito, senador, deputado federal, deputado estadual ou distrital e vereador que renunciar a seu mandato para fugir de eventual cassação; os detentores de cargo na administração pública direta, indireta ou fundacional, condenados por beneficiarem a si ou a outros pelo abuso do poder econômico ou político; a pessoa física e os dirigentes de pessoas jurídicas responsáveis por doações eleitorais tidas como ilegais.





A lei ainda prevê a inelegibilidade por igual período para os seguintes cidadãos: os demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial, salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário; os magistrados e os membros do Ministério Público que forem aposentados compulsoriamente por causa de sanção, que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar; e os declarados indignos do oficialato.





EM/ LC, DB

0 commentquarta-feira, 4 de junho de 2014



Na Sessão Ordinária da Câmara de vereadores de Rurópolis que aconteceu na segunda-feira, 02/06/14, O Vereador Raimundo Nonato que é Líder do Governo, usou a tribuna para criticar o governo de PABLO GENUINO e chamou o secretário de Educação Adilson da Silva de Lerdo e Irresponsável. Nonato disse que sua esposa que é professora e pedagoga está trabalhado dês do inicio de 2013 sem receber pelo cargo que exerce, o vereador disse que no começo do mandato de Pablo, sua esposa foi convidada para exercer o cargo de professora e vice-diretora da escola municipal O Mundo da Criança, e que mesmo com portaria o prefeito e o secretario de Educação Adilson da Silva dizem que não podem pagar o salario devido a falta de um projeto que deveria ser enviado e aprovado pela Câmara de Vereadores, mas que por irresponsabilidade e lerdeza do secretario de educação até agora não se tomou essa atitude, fato que prejudica não só a sua esposa, mas muitas pessoas que se encontram na mesma situação. “Se isso acontece comigo, com a minha esposa, imaginem com as outras pessoas que não tem o mesmo acesso que Eu tenho no Governo, fica aqui o meu desafeto e não posso concordar com essa lerdeza de certa forma irresponsável, tem que pagar as pessoas que trabalham, não interessa quem seja!” concluiu o vereador. 





O secretário de Educação Adilsom da Silva já foi cobrado diversas vezes pela Câmara de Vereadores para prestar esclarecimentos sobre a contratação da servidora Adriana Variani, que é filha da vereadora Flora Variani, a mesma presta serviços no Fórum da cidade, e que só no mês de novembro passado recebeu dos recursos destinados ao FUNDEB, mais de R$ 6 Mil Reais de salario. O mesmo vem sendo criticado pelos servidores da Educação e por aliados do Governo.





MAIS PAGAMENTOS A EMPRESAS DE FAIXADA.





Na mesma sessão os vereadores de oposição apresentaram mais uma grave denuncia de mau uso do dinheiro público. No Requerimento 152/14, os vereadores pedem explicações ao prefeito Pablo sobre contrato assinado e pagamentos efetuados a empresa D.C.R. AMORAS-EPP, para executar os serviços de elaboração e implantação do Plano de Saneamento Básico na sede do município no valor total do contrato de R$ 369.301,50, assinado no dia 02 de junho de 13. No dia 02 de setembro de 2013, a prefeitura pagou a referida empresa o valor de R$ 184.650,75, mas até o presente momento, oito meses após o pagamento, não se tem conhecimento de nenhum serviço prestado pela D.C.R. AMORAS-EPP, no município de Rurópolis, e como não se tem conhecimento de onde fica o escritório da empresa citada e de seus equipamentos como maquinário e Etc. os vereadores querem saber entre outras coisas porque o serviço não foi efetuado, e se a empresa D.C.R. AMORAS-EPP é a mesma que esteve envolvida em denuncias no município de Tailândia por contratos fraudulentos com a prefeitura e obra.





Assinaram o requerimento os vereadores: Anderson Guimarães, Jonas Lourenço, Luiz Medeiros, Claudete Zanotto e Sergio Ribeiro. Com a palavra Prefeitura municipal de Rurópolis.





Fonte : ELIAS JUNIOR NOTÍCIAS 

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A musa do Coritiba Larissa Gomes também cotada para ser Musa oficial da Copa do Mundo,já se mostra preocupada em manter-se ainda mais bela,nesta tarde de terça-feira a modelo fez um tratamento estético em uma clínica na Barra da Tijuca,quem assina os cuidados de beleza é a Dra Daniele Murga.


Tassi Mendes




























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Aproveitando sua passagem por Santarém, em virtude do ato de transmissão de cargo de reitor da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Paulo Speller, fez uma visita aos câmpus da UFOPA durante o último sábado, 31 de maio. Acompanhado da reitora da Universidade, Profa. Raimunda Monteiro, ele conheceu as instalações da instituição, checou as obras em andamento no Câmpus Tapajós e conversou com alunos.





Durante a visita, a reitora da UFOPA solicitou ao secretário que o MEC antecipe os recursos para as obras já licitadas. “Assim poderemos finalizar as obras do Câmpus Tapajós antes do fim do ano”, acrescentou Profa. Raimunda. O secretário assegurou os investimentos necessários à consolidação da infraestrutura da Universidade, inclusive com recursos para implantação do Restaurante Universitário. “A UFOPA é uma universidade recente, que demanda investimentos de pessoal e de custeio. Vamos garantir isso. É um momento de consolidar o que temos, que, aliás, é bastante. Estamos em expansão, mas acredito que já temos um projeto bastante ousado para a região”, avaliou.





De acordo com Speller, o objetivo do Governo Federal é investir em universidades regionalizadas, como é o caso da UFOPA, que deve atender todos os municípios da região Oeste do Pará. “Nós já temos aqui sete câmpus implantados. A intenção é justamente, através da assistência estudantil, acolhermos e darmos condições para estudantes que venham de outros municípios. Esse é um dos principais legados que a Universidade pode trazer, é devolver para a região onde ela está inserida os jovens dali como profissionais capacitados”, ressaltou.





Sobre o modelo acadêmico adotado pela UFOPA, Speller foi enfático ao afirmar que o Ministério da Educação acolhe positivamente as mudanças aprovadas pela comunidade acadêmica. “As universidades federais brasileiras adotam uma diversidade de modelos. A inovação é uma característica importante na UFOPA. Evidentemente, todas essas inovações devem e podem ser implantadas, após serem discutidas com a comunidade e referendadas pelo Conselho Universitário”.





O secretário destacou o avanço do processo de retomada e expansão das universidades federais, iniciado em 2003, com foco na interiorização e na inclusão social no ensino superior federal. “Temos hoje uma universidade com uma cara absolutamente diferenciada da que encontramos naquele ano. Naquela época, tínhamos cerca de 500 mil estudantes, hoje temos mais de um milhão de alunos em nossas 63 universidades federais. O orçamento do MEC foi praticamente multiplicado por dez desde então”, enfatizou o secretário





Ainda segundo Speller, a UFOPA deve tornar-se cada vez mais efetiva na formação de profissionais, professores e cientistas, e na produção de novos conhecimentos, no avanço das tecnologias apropriadas às demandas da região e dos programas de cultura e arte. “A universidade deve ser um elemento determinante para o desenvolvimento de toda essa região, ela deve trazer o desafio das pesquisas e dos grandes problemas regionais para dentro da universidade. Trago nosso compromisso da presença efetiva do MEC para que avancemos de forma consistente e responsável, trabalhando de braços dados com a reitora e sua equipe, para que essa universidade se consolide como uma instituição de qualidade, como demanda a região”, finalizou.





Fonte : Universidade Federal do Oeste do Pará - UFOPA


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